Aquele momento em que parece que o mundo está contra você…
Ou aquele comentário infeliz do “dedo podre”…
Ou ainda…sentir que nasceu onde o rio faz a virada e deposita o lixo…
Sentir-se vítima é um processo de autopiedade.
Mas será que esse pessimismo ajuda?
Mas com honestidade….no momento em que está sentindo pena de si mesmo você não está sendo vítima.
Você não é o coitadinho. Você está no papel do algoz.
Se numa empresa alguém está faz papel de vítima, isso quer dizer que existe outra pessoa fazendo o trabalho em dobro.
O mesmo pode ocorrer em casa: todos acolhem o “coitadinho”, que na verdade monopoliza a atenção e a energia dos familiares.
Se em vez de manipular os outros reconhecer que algo não vai bem em sua vida e descobrir o proposito maior da vida, que é o caminho da espiritualidade, a jornada vai ficar bem mais leve.
Somos campos espirituais numa experiência humana; assim acredito.
Honremos essa experiência com serenidade.
Mas…a carência pode bater à porta.
Carência do que?
Vamos conversar?


